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Escrito por Douglas André Müller
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Qua, 03 de Março de 2010 11:41 |
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Informamos
aos nossos parceiros
que no dia
19 de Fevereiro de 2010, por meio de Assembléia Geral
Ordinária, realizou-se a eleição da nova
Diretoria e do Conselho Fiscal da Associação
Telecentro de Informação e Negócios – ATN para o período de 07/03/2010 a 07/03/2014.
Foram
reeleitos o senhor
José Avando Souza Sales para
o cargo de Diretor
Geral e o senhor
Valter Cegal para o cargo
de Diretor de Operações. Para o cargo de
Diretor Administrativo-Financeiro, antes ocupado por José Rincon Ferreira, foi eleita a senhora
Carmem Sousa Melo Ramos Chaves.
Na
oportunidade o Diretor
Geral da ATN José Avando Souza Sales agradeceu os trabalhos
desenvolvidos por
José Rincon Ferreira, e expressou os votos de êxito
à nova dirigente
Carmen Chaves e de continuidade ao diretor Valter Cegal, reafirmando sua
convicção de que
a nova diretoria
envidará os melhores esforços para o cumprimento da missão
da ATN junto aos Telecentros de nosso país.

(da esquerda para
direta) José Avando - Diretor Geral,
Carmen Chaves – Diretora
Administrativo-Financeiro
e Valter Cegal – Diretor de Operações.
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Escrito por Douglas André Müller
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Sex, 19 de Fevereiro de 2010 14:56 |
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O Prêmio Conexão Cultura quer conhecer o seu valor! Conte para a gente sua história de como lan houses ou telecentros modificaram sua vida pessoal ou profissional. E se você é monitor ou administrador de telecentro ou é dono lan house, conte as ações que ajudaram a melhorar o seu negócio, a vida dos clientes ou até mesmo da vizinhança.

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Inclusão Digital no Brasil |
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Escrito por Douglas André Müller
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Dom, 28 de Fevereiro de 2010 19:10 |
Criação de três mil telecentros, anunciada pelo Governo Federal, permitirá a ampliação do acesso da população pobre à internet.
A meta de reduzir a exclusão digital no Brasil ganha novo reforço com a decisão tomada pelo Governo Federal de adicionar cerca de três mil novos espaços públicos com acesso gratuito à Internet & os telecentros & aos 5,6 mil já existentes. Para tanto, serão aplicados recursos orçamentários da ordem de R$ 165 milhões.
Como se sabe, telecentros são espaços dotados de computadores conectados gratuitamente à Internet banda larga. Normalmente são equipados com 10 ou mais aparelhos. Sua finalidade é difundir o uso intensivo da tecnologia da informação para favorecer o fortalecimento da cidadania e combater a pobreza, garantindo ao mesmo tempo a privacidade e segurança digital do cidadão, sua inserção na sociedade da informação e o fortalecimento do desenvolvimento local.
Trata-se de criar as condições mínimas de acesso dos cidadãos aos meios tecnológicos desenvolvidos pela sociedade contemporânea, sem os quais grandes parcelas da população ficariam à margem das conquistas tecnológicas e, portanto, sem condições de desfrutar de oportunidades iguais, sejam como cidadãos sejam como integrantes do mercado de trabalho.
Com a iniciativa do governo será possível organizar uma rede de unidades de múltiplas funções que permita às pessoas adquirirem autonomia tecnológica básica e privacidade a partir do software livre. Com isso, sai fortalecida a cultura nacional, reforçada pela construção de sites de língua portuguesa e de temáticas vinculadas ao nosso cotidiano, voltados para a qualificação profissional e para o incentivo à criação de postos de trabalho de maior qualidade, a afirmação dos direitos das mulheres e crianças, com vistas a um desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto, concorrendo para aprimorar a relação entre o cidadão e o poder público, sobre a base de uma cidadania digital e ativa.
Com a atual providência de adicionar três mil centros à rede existente, o governo espera beneficiar mais de oito milhões de pessoas, principalmente de baixa renda, sem acesso à Internet em casa ou no trabalho, dando, simultaneamente, mais qualidade às unidades já existentes, não só com modelos de micros mais atualizados, mas com uma conexão mais eficiente à Internet. Para tanto, estão sendo convidadas a participar da seleção entidades públicas ou particulares sem fins lucrativos, como organizações não governamentais (ONGs), prefeituras e associações de bairro.
Com a reativação da Telebrás, o governo pretende levar a banda larga aos locais mais distantes do País que não são economicamente interessantes do ponto de vista da iniciativa privada. Assim, o Estado complementa a ação do mercado, garantindo os interesses estratégicos da Nação e as necessidades das populações do interior. Que assim seja. |
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Em prol de um planeta mais inteligente |
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Escrito por Leonardo
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Qua, 27 de Janeiro de 2010 14:20 |
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As pequenas e médias empresas representam uma grande parcela da economia brasileira e são fundamentais para qualquer país em desenvolvimento. Observa-se que elas estão cada vez mais atentas às novidades e buscam atualização tecnológica em ritmo acima da média. Mais do que isto, a adoção de iniciativas de TI Verde pelas PMEs colaboram para a construção de um planeta mais inteligente e eficiente.
Uma pesquisa da IBM entrevistou cerca de 140 CEOs de empresas de médio porte (organizações que empregam até mil funcionários) em 40 países com o objetivo de entender como os desafios que os executivos enfrentam hoje afetarão o futuro de suas companhias. De acordo com o estudo, as empresas estão otimistas sobre oportunidades de crescimento, especialmente em economias em desenvolvimento, e estão inovando rapidamente seu modelo de negócio para se tornarem mais competitivas e capturarem novos mercados. São empresas que pensam globalmente.
Um dado apurado a partir de outro estudo da IBM revelou que a maioria das médias empresas tem iniciativas para reduzir o impacto negativo do uso da tecnologia no meio ambiente, e o Brasil foi um dos países que apresentou maior preocupação com as questões ambientais. Mais de 70% das empresas brasileiras deste porte planejam ou já realizaram atividades para diminuir o impacto ambiental causado por sua cadeia de suprimentos, produtos e serviços. Um exemplo é que mais de 65% das companhias nacionais já completaram ou estão em processo de implementação de iniciativas de virtualização de servidores, que aumentam a eficiência energética e, consequentemente, diminuem custos. Esta análise demonstra claramente a conexão entre atingir metas ambientais, reduzir gastos e realizar transformações que promovam inovação e o crescimento das companhias.
Empresas de mercados emergentes estão optando por migrar seus sistemas em busca de data centers mais inteligentes, com maior produtividade, eficiência e redução dos custos com energia e espaço físico. Hoje, por exemplo, já existe mainframe voltado ao mercado de médias empresas, cuja solução é projetada justamente para aumentar eficiência e desempenho do centro de processamento de dados, diminuindo custos de energia, resfriamento e requisitos de espaço físico. Empresas de diferentes setores continuam a investir em mainframes para, acima de tudo, consolidar hardware e gerenciar com segurança transações complexas.
Tal movimentação repercute em benefícios para toda cadeia produtiva: crescimento da base de aplicativos desenvolvidos por fornecedores independentes de software, mais parceiros comerciais e integradores de sistemas certificados para vendas e mais universidades com cursos de especialização em mainframe.
Desta forma, a atuação no mercado de pequenas e médias empresas requer um modelo composto por canais e revendas, integradores, desenvolvedores, consultores e influenciadores, oferecendo preços mais competitivos, compromisso de estoque, incentivos comerciais e parcerias estratégicas no acesso ao mercado. Este modelo concede maior autonomia aos distribuidores nos processos de venda de produtos, oferecendo facilidades de aquisição e implementação.
Em linhas gerais, trabalhar com pequenas e médias empresas demanda flexibilidade e capacidade em se adaptar rapidamente às frequentes mudanças deste mercado, estabelecendo uma conexão permanente com os ecossistemas regionais (cidades, estados, segmentos de mercado) para interagir de forma inteligente na busca por maior aderência ao modelo de negócios das empresas.
Na medida em que o mundo se torna cada vez mais instrumentado e conectado tecnologicamente, aumenta a necessidade das empresas utilizarem processos e sistemas inteligentes que reduzam as ineficiências. Companhias em todo o mundo estão descobrindo que desperdício significa custo e que ser ambientalmente responsável é tão bom para os negócios quanto para o planeta.
* Frank Koja, executivo da IBM |
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